Acelga Hidroponica
Agriao de Hidroponico
Aipo ( Salsao)
Alcachofra
Alecrim
Alface Americana
Alface Lisa
Alface Mimosa
Alface Romana
Alface Roxa
Alface Roxa Hidroponica
Alface Crespa
Alfavaca
Alho Poro
Almeirao Hidroponico
 
Arruda
Bertalha
Beterraba com Rama
Brocolis
Brocolis Americano
Catalunha
Cebolinha Hidroponica
Cenoura com Rama
Cheiro Verde
Chicoria
Chicoria Frisse
Coentro
Couve
Couve de Bruxelas
Couve Flor
Couve Troncha
Dill
Erva Cidreira
Espinafre
Funcho ( Erva Doce )
 
 
Hortela

Acelga

Contém grande quantidade de vitamina A, C e Niacina. A vitamina A é indispensável para a normalidade da vista, conserva a saúde da pele e das mucosas, auxilia no crescimento e faz parte da formação do esmalte dos dentes.

A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, age contra infecções, evita problemas da pele, hemorragias e fragilidade dos ossos e dentes. A Niacina, assim como todas as outras vitaminas do Complexo B, evita problemas do aparelho digestivo e do sistema nervoso.

A acelga possui ainda quantidades significantes de fibras que auxiliam no movimento intestinal. Seu suco, misturado com igual parte de suco de agrião, é eficaz contra os cálculos biliares. Toma-se um copo, por dia, em jejum.

Em caso de prisão-de-ventre prepara-se um bom laxante com meio copo de suco de acelga e uma colher (sopa) de azeite. Em cataplasma, utilizam-se as folhas contra as hemorróidas, feridas, úlceras, contusões, furúnculos e queimaduras.

A acelga deve ser consumida moderadamente por conter alto teor de uma substância (oxalato) que prejudica a absorção de Cálcio no organismo.

A acelga pode ser conservada em geladeira de 5 a 7 dias.

Seu período de safra é de junho a outubro.

Como Comprar:

Dê preferência a acelga de folhas limpas, cor brilhante e sem picadas de insetos.

Como Conservar:

Conserva-se em geladeira, embrulhada em saco plástico transparente, por cinco a sete dias.

Como Consumir:

As folhas mais tenras podem ser consumidas cruas, em saladas. Podem também ser cozidas ou refogadas. Os caules podem ser consumidos fritos, cozidos ou em sopa de legumes.

História:

A cultura da Acelga remonta à antiguidade clássica: os Gregos e Romanos faziam grande uso dela. Seu nome "cicla" seria de origem feniciana. A acelga só se tornou popular na França na Idade Média. Segundo o “Ménagier de Paris”, a verdadeira “porée” (sopa de legumes) era a “porée” de Acelga. Sua cultura se difundiu largamente no século dezessete. 

Hoje em dia, é sobretudo, a variedade a costelas brancas e a costelas muito largas que são cultivadas nos jardins. Existiam numerosas cores. Segundo Bois, a introdução de Acelga a cardos do Chile vem de 1834, mas ele nota que apesar disso, desde 1651 Gerard mencionava a existência de Acelgas coloridas. Essas variedades estão no jardim de mais belo efeito.

Suas cores são, de fato, rosa, vermelho, amarelo e laranja. Seu tamanho varia em função dos cultivos assim como a cor e a textura de suas folhas. As hastes dessas variedades são geralmente bastante finas e elas são deliciosas cozinhadas no vapor exaltadas com um molho de óleo com vinagre ou limão. Existe uma magnífica ilustração na prancha 13 do Álbum Vilmorin.

Polinização:

A Acelga é polinizada, de forma predominante pelo vento. Entretanto acontece dela ser polinizada por insetos tais como os Dyptera. Seu pólen é tão leve que ele pode viajar mais de 7 km, segundo o clima, a topografia e a temperatura do ar. 

Para assegurar a pureza absoluta da variedade, são necessários muitos quilômetros entre duas variedades de Acelga. Entretanto na maior parte dos casos, para o jardineiro amador, uma distância de 500 m a 1 km será suficiente.

A Acelga pode também se hibridar naturalmente com a beterraba açucareira, a beterraba para forragem e a beterraba hortense.

O jardineiro pode então deixar brotar uma acelga, ou uma beterraba hortense, uma beterraba açucareira ou uma beterraba para forragem.

Para o jardineiro amador, a técnica de produção de sementes mais fácil, quando se deseja deixar brotar muitas variedades de Beta vulgaris, é de cortar as porta-sementes na forma de um “boné”. Então é aconselhável, a fim de evitar o que chamamos de depressão genética, de cortar muitas plantas porta-sementes com a mesma forma “boné”.

Produção de sementes:

Na maioria das regiões francesas pode-se conservar a Acelga na terra durante o inverno. Entretanto, parece que algumas variedades, em particular as vermelhas, laranjas, amarelas e rosas, sejam às vezes menos rústicas em função da qualidade dos solos, da temperatura e da taxa de umidade no solo. Deve-se então desenterrá-las no outono, colocá-las no celeiro e replantá-las na primavera, quando os riscos de geadas fortes já passaram.

Uma outra solução consiste em cobri-las em “mulcher” com palha: deve-se ficar muito atento para que os roedores não estabeleçam aí suas habitações invernais, já que a Acelga “mulchadas” lhes propõe ao mesmo tempo casa e comida! 

É aconselhável ter no jardim, uma dúzia de plantas porta-sementes da mesma variedade a fim de beneficiar de uma boa diversidade genética. Alguns jardineiros cortam a parte superior das hastes da porta-sementes da Acelga para favorecer o desenvolvimento das belas ssementes na parte inferior dessas hastes. Deve-se cuidar para colher as sementes desde que elas sejam maduras, pois elas caem no chão muito facilmente.

A “semente” de Acelga é um glomérulo contendo de 2 a 6 sementes. Os glomérulos podem ser colhidos individualmente, ao mesmo tempo em que a planta amadurece. Pode-se também cortar os galhos quase maduros a fim de colocá-los a secar em um lugar protegido, seco e bem ventilado.

O processo de brotamento da Acelga pode se mostrar trabalhoso ou impossível nas zonas onde a diferença de duração do dia e da noite não é bastante marcada. A Acelga é de fato, considerada como uma bianual que necessita de dias longos de verão para a frutificação.

As sementes da Acelga têm uma duração germinativa média de 6 anos. Entretanto elas podem conservar uma faculdade germinativa até 10 anos ou mais. Um grama contém por volta de cinqüenta glomérulos.

Fonte: portalsaofrancisco.com.br